Pela pesquisa, subiu para 59% os que consideram o governo bom ou ótimo.
Levantamento foi feito de 16 a 19 de junho; margem de erro é de 2 pontos.
A aprovação pessoal da presidente Dilma Rousseff manteve-se estável, em 77%, de acordo com pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nesta sexta-feira (29). Já a aprovação ao governo subiu, de 55% para 59% dos entrevistados, que consideram o governo bom ou ótimo.
Ainda segundo o Ibope, 18% dos eleitores desaprovam a maneira de Dilma de governar; 5% não souberam responder a esse quesito. Na pesquisa anterior, o percentual de desaprovação era de 19% e variou dentro da margem de erro.
O índice dos que consideram o governo "regular" caiu de 34% para 32%. Manteve-se estável em 8% o percentual dos que classificam o governo como "ruim ou péssimo". Dos entrevistados, 1% não soube responder sobre a gestão.
A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Entre 16 e 19 de junho, o Ibope ouviu 2.002 eleitores com 16 anos ou mais em 141 municípios.
O último levantamento do Ibope, divulgado em 4 de abril, foi medido em março e havia mostrado que a aprovação da maneira de Dilma governar havia saltado de 72% para o recorde de 77%, índice que se manteve estável na atual pesquisa.
Economia, educação e saúde
Quanto ao governo, aprovado por 59%, a melhora na avaliação está ligada à economia. As três áreas melhor avaliadas na comparação com março foram: taxa de juros (49% de aprovação), combate à inflação (46%) e impostos (31%).
Já a avaliação sobre a educação e a saúde registrou recuo. Na educação, o percentual de entrevistados que desaprovam as políticas e ações saltou de 47% para 54%. Na saúde, a desaprovação passou de 63% para 66%.
Na comparação com o governo anterior, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve a vantagem. Para 24%, a gestão Dilma é pior que a de Lula e para 16%, tem sido melhor. O saldo negativo para o governo Dilma manteve-se igual ao da pesquisa anterior, de oito pontos percentuais.
Notícias
Entre as notícias mais lembradas pela população no período, destacam-se as investigações e a CPI criada no Congresso para apurar as relações do bicheiro Carlinhos Cachoeira com entes públicos e privados. As notícias relacionadas ao contraventor, à operação da Polícia Federal de combate aos jogos de azar e ao andamento da CPI foram lembrados por 17% do entrevistados.
O segundo assunto mais lembrado, por 6%, foi a realização da Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que ocorreu neste mês na capital fluminense. Em seguida, o assunto mais lembrado (5%), foram as viagens da presidente.
Ainda segundo o Ibope, 18% dos eleitores desaprovam a maneira de Dilma de governar; 5% não souberam responder a esse quesito. Na pesquisa anterior, o percentual de desaprovação era de 19% e variou dentro da margem de erro.
O índice dos que consideram o governo "regular" caiu de 34% para 32%. Manteve-se estável em 8% o percentual dos que classificam o governo como "ruim ou péssimo". Dos entrevistados, 1% não soube responder sobre a gestão.
A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Entre 16 e 19 de junho, o Ibope ouviu 2.002 eleitores com 16 anos ou mais em 141 municípios.
O último levantamento do Ibope, divulgado em 4 de abril, foi medido em março e havia mostrado que a aprovação da maneira de Dilma governar havia saltado de 72% para o recorde de 77%, índice que se manteve estável na atual pesquisa.
Economia, educação e saúde
Quanto ao governo, aprovado por 59%, a melhora na avaliação está ligada à economia. As três áreas melhor avaliadas na comparação com março foram: taxa de juros (49% de aprovação), combate à inflação (46%) e impostos (31%).
Já a avaliação sobre a educação e a saúde registrou recuo. Na educação, o percentual de entrevistados que desaprovam as políticas e ações saltou de 47% para 54%. Na saúde, a desaprovação passou de 63% para 66%.
Na comparação com o governo anterior, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve a vantagem. Para 24%, a gestão Dilma é pior que a de Lula e para 16%, tem sido melhor. O saldo negativo para o governo Dilma manteve-se igual ao da pesquisa anterior, de oito pontos percentuais.
Notícias
Entre as notícias mais lembradas pela população no período, destacam-se as investigações e a CPI criada no Congresso para apurar as relações do bicheiro Carlinhos Cachoeira com entes públicos e privados. As notícias relacionadas ao contraventor, à operação da Polícia Federal de combate aos jogos de azar e ao andamento da CPI foram lembrados por 17% do entrevistados.
O segundo assunto mais lembrado, por 6%, foi a realização da Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que ocorreu neste mês na capital fluminense. Em seguida, o assunto mais lembrado (5%), foram as viagens da presidente.






“É um reconhecimento e, ao mesmo tempo, um apoio, que reforça o nosso compromisso coma inovação no serviço público", disse o governador. "Estou muito feliz e quero compartilhar esse prêmio com todo o povo pernambucano, com todos os servidores públicos do Estado. Isso não é obra de uma pessoa, é obra de um conjunto, da capacidade de união que temos demonstrado”, disse Eduardo.
Um dos principais responsáveis pela concepção do Todos por Pernambuco, o ex-secretário de Planejamento e Gestão e ex-secretário de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Júlio, subiu ao palco para receber o troféu ao lado do governador Eduardo Campos e do atual secretário de Planejamento, Alexandre Rebêlo.
"Esse prêmio tem uma importância muito grande, ele coloca uma política emergente na agenda do Estado. A partir de 2007, o governador inaugurou uma política voltada para a promoção da igualdade entre homens e mulheres, e aí nós ganhamos esse prêmio que confirma todo esforço", frisou Buarque, que recebeu a estatueta de vidro acompanhada do governador e da secretária-executiva de Políticas para Mulheres, Bárbara Kreuzig.








